segunda-feira, 9 de abril de 2012

Calorosas Tardes

Ao chegar o verão
Corpos ficam a mostra
Sentimentos, herdados da primavera ficam à flor-da-pele
E desejos ficam cada vez mais evidentes

Durante às manhãs
O sol invade nossos aposentos
Nos faz acordar para o dia
Nos faz despertar dos sonhos acalentadores

No almoço, com a familia em férias
Lembramos de tudo um pouco
Do que somos, do que fizemos e pelo que passamos
Tudo o que nos fez chegar até ali

E à tarde..
À tarde descarregamos nossas baterias
Com o calor do sol que nos invade
Fazemos tudo o que é necessário

Nas tarde de calor veranosas
Fazemos nossas vidas valer a pena

Vivência

Não vivo por mim.
Nem por ti, nem por ninguém
Vivo pela vida,
E pelo que ela me oferta

Que tanto desespero
Há no que não se vive?
Que tanto tormento
No que não se viveu?

E que arrependimento é este
Que nos entristece por não ter feito
O que nos estava a disposição
E nos faltou coragem para fazer?

Mas bem como o desespero
O tormento e o arrependimento são inúteis
E de útil fica o saber que és dono da vida
E que és tu que te dá tudo de bom ou ruim.