No vai e vem cotidiano
Minha cidade mostra seu rosto
Uma face urbana pra uns
Uma face humana pra outros
Um vento entre-prédios soprando
constante, gelando as almas
Pessoas que seguem andando
E outras que vivem às calmas
Urbano, Humano, Tirano
O caos do barulho me dana
Dos carros que andam nas ruas
Dos homens de vida profana
Sem ela, nao vivo, pereço
Cidade me causa estresse
Aqui nasci, e ando contente
Te amo minha Porto Alegre