Estes textos são escritos por mim. Marcelo Freitas Machado, estão disponíveis a todos que queiram compartilhar com seus amigos, mas peço-lhes a gentileza de citar o autor.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Sentimento Ideal
Eu quero um amor
Que seja assim ou assado
Nao importa o que for
Liso ou riscado
Mas que seja amor
Um amor que seja eterno
Tanto quanto o universo
Do qual o coração seja subalterno
Algo extraordinário
Superior, magistral
Daqueles que vivemos
Sabendo que não há igual
E que doa na alma
Que a saudade machuque
Que as palavras não descrevam
E que o sentimento seja seu único intérprete.
domingo, 27 de julho de 2008
Guerreiros Armados
Toda Guerra tem batalhas,
Toda batalha tem seus duelos,
Os duelos têm seus guerreiros
E cada guerreiro suas armas
Alguns preferem as brancas
Que ferem com suas pontas afiadas
Cortam com seus gumes alinhavados
Machucam, rasgam o peito
Outro armas de fogo
Que lançam chumbos contra o inimigo
Perfuram, estraçalham
Percorrendo o interior do corpo
Mas não há nenhum como o diplomata
Tão guerrilheiro quanto os outros
Mas cruel no uso do seu armamento principal:
As palavras
Elas ferem, tanto quanto as outras armas
Elas não cortam ou perfuram a carne
Mas atingem diretamente a alma
E, sem perfurar o peito, chegam ao coração
Causam feridas doídas,
Vão nos machucando, cansando
E nos fazem á todos Terezas
Que cansadas da guerra, fecham os ouvidos
Mas a vítima das palavras
Que se fere, que se cansa
É a mesma que se sana
Com as palavras doces do amor.
Toda batalha tem seus duelos,
Os duelos têm seus guerreiros
E cada guerreiro suas armas
Alguns preferem as brancas
Que ferem com suas pontas afiadas
Cortam com seus gumes alinhavados
Machucam, rasgam o peito
Outro armas de fogo
Que lançam chumbos contra o inimigo
Perfuram, estraçalham
Percorrendo o interior do corpo
Mas não há nenhum como o diplomata
Tão guerrilheiro quanto os outros
Mas cruel no uso do seu armamento principal:
As palavras
Elas ferem, tanto quanto as outras armas
Elas não cortam ou perfuram a carne
Mas atingem diretamente a alma
E, sem perfurar o peito, chegam ao coração
Causam feridas doídas,
Vão nos machucando, cansando
E nos fazem á todos Terezas
Que cansadas da guerra, fecham os ouvidos
Mas a vítima das palavras
Que se fere, que se cansa
É a mesma que se sana
Com as palavras doces do amor.
domingo, 20 de julho de 2008
De volta pra casa
Bom te ter de novo
Ter-te comigo,
Minha felicidade fica explícita
Minha alma agradecida
Meu coração extasiado
Mandou eu te buscar
Estar ao teu lado
Sem isto não posso mais ficar
És meu caminho, meu guia
Minha estrada, meu norte
Sem ti aqui comigo
Me torno um ser de pequeno porte
Hoje estás aqui.
Amanhã não estarás mais.
Mas o domingo voltou a ter brilhos
Como eram antes, quando comigo vivias.
Ter-te comigo,
Minha felicidade fica explícita
Minha alma agradecida
Meu coração extasiado
Mandou eu te buscar
Estar ao teu lado
Sem isto não posso mais ficar
És meu caminho, meu guia
Minha estrada, meu norte
Sem ti aqui comigo
Me torno um ser de pequeno porte
Hoje estás aqui.
Amanhã não estarás mais.
Mas o domingo voltou a ter brilhos
Como eram antes, quando comigo vivias.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Quântica Universal
A atenção que te peço não é física
É metafísica, metafórica
É quântica, ignóbil
A atenção que te entrego
É esta, ou mais
Incomensurável.
Penso diariamente
Me perco em pensamentos
E sem esperança retorno a terra
Procurando os satélites que me guiam
Vago pelo céu
Minha imaginação me dá o universo
Que te entrego aos pés
Somente por saber que existes
É metafísica, metafórica
É quântica, ignóbil
A atenção que te entrego
É esta, ou mais
Incomensurável.
Penso diariamente
Me perco em pensamentos
E sem esperança retorno a terra
Procurando os satélites que me guiam
Vago pelo céu
Minha imaginação me dá o universo
Que te entrego aos pés
Somente por saber que existes
Sentimento Passado
Para Letícia, com o carinho que tenho por ti.
Mágoas
Manchas, nódoas
Impressas em nossas almas
Mais em ti do que em mim
Sensibilidade
És um poço
Em ti fica tudo guardado
E eu não posso ajudar
Não tenho como ser o balde que te esvazia
Não tenho como ser a corrente que te puxa
Nem a tampa para escurecer-te o vão
Desculpe-me
Faço o mea-culpa
E me retorço contigo em minha memória
Mágoas
Manchas, nódoas
Impressas em nossas almas
Mais em ti do que em mim
Sensibilidade
És um poço
Em ti fica tudo guardado
E eu não posso ajudar
Não tenho como ser o balde que te esvazia
Não tenho como ser a corrente que te puxa
Nem a tampa para escurecer-te o vão
Desculpe-me
Faço o mea-culpa
E me retorço contigo em minha memória
Mais do que Outros
Influências
Minha mente é imune
Não influencía-se
Não se toma de nada
Pensamentos
Opiniões, diversas
Almas que nos invadem
Não me abato
Sigo meu rumo
Com minhas palavras
Meus próprios pensamentos
Sigo minha estrada
Sem muito a comentar
E diversas coisas a fazer
Somente do meu jeito
Minha mente é imune
Não influencía-se
Não se toma de nada
Pensamentos
Opiniões, diversas
Almas que nos invadem
Não me abato
Sigo meu rumo
Com minhas palavras
Meus próprios pensamentos
Sigo minha estrada
Sem muito a comentar
E diversas coisas a fazer
Somente do meu jeito
terça-feira, 8 de julho de 2008
Caminhos
Composto para a Prof. Rosana
Pelos caminhos da futilidade
Já deixei tantos sapatos e solados,
Que meus pés se machucaram de tal forma
Que hoje ando meio manco,
Um coração manco,
Dos calejos,
Dos maus tratos que as pedras fazem aos pés descalços.
Mas foram estas pedras que me ajudaram a erguer o forte
E a arrumar a estrada que tento seguir hoje,
Na busca tranqüila por um futuro melhor.
Pelos caminhos da futilidade
Já deixei tantos sapatos e solados,
Que meus pés se machucaram de tal forma
Que hoje ando meio manco,
Um coração manco,
Dos calejos,
Dos maus tratos que as pedras fazem aos pés descalços.
Mas foram estas pedras que me ajudaram a erguer o forte
E a arrumar a estrada que tento seguir hoje,
Na busca tranqüila por um futuro melhor.
Dores D'alma
Para Giseli Bandasz, Gisele Mello e Elisangela
Tenho força
Tanta que curvo metal
Com a batida de meu coração
Sou forte
Enfrento a maré
Faço a onda baixar
Tenho fé
Como Maomé movo montanhas
Como o céu, choro ao mundo
Mas sou sensível
Tenho um ponto fraco
Minh'alma dói
Uma dor intensa
Uma faca cortante
Uma tiro a queima roupa
E contra isto te uso
Viras meu escudo
Proteges meu ser
As dores d'Alma me afligem pós ferido
Mas te encontrei
E tua presença me fazes forte de novo
E teu sofrimento me espelha para crescer
E tua luta me ensina a levantar
E novamente curvo o metal
O mesmo que fez a faca e a bala que me feriram
Tenho força
Tanta que curvo metal
Com a batida de meu coração
Sou forte
Enfrento a maré
Faço a onda baixar
Tenho fé
Como Maomé movo montanhas
Como o céu, choro ao mundo
Mas sou sensível
Tenho um ponto fraco
Minh'alma dói
Uma dor intensa
Uma faca cortante
Uma tiro a queima roupa
E contra isto te uso
Viras meu escudo
Proteges meu ser
As dores d'Alma me afligem pós ferido
Mas te encontrei
E tua presença me fazes forte de novo
E teu sofrimento me espelha para crescer
E tua luta me ensina a levantar
E novamente curvo o metal
O mesmo que fez a faca e a bala que me feriram
Baú de Belezas
Eis que vi tua imagem
E ao tocar-te, meus olhos se umedecem
A emoção vem a tona
Algo inexplicável, sem motivo aparente
Na rua de volta pra casa
Penso em tua figura, doce
E nas lágrimas salgadas
Que me fizestes derramar
Porque chorei?
Por que tanta emoção?
Calo meus pensamentos
E chegando em casa encontro um baú
E descubro a fonte das respostas
A emoção chegou ao encontrar uma alma pura
Plena de belezas
És um baú de belezas
Que fazes bem
Não importa a quem
E ao tocar-te, meus olhos se umedecem
A emoção vem a tona
Algo inexplicável, sem motivo aparente
Na rua de volta pra casa
Penso em tua figura, doce
E nas lágrimas salgadas
Que me fizestes derramar
Porque chorei?
Por que tanta emoção?
Calo meus pensamentos
E chegando em casa encontro um baú
E descubro a fonte das respostas
A emoção chegou ao encontrar uma alma pura
Plena de belezas
És um baú de belezas
Que fazes bem
Não importa a quem
Olhos Verdejantes
Para Francieli de Carli,
Que ainda não conheço...
Olhos verdes,
Verde mata,
Verde bandeira
Verde que te quero ver-te
Ver-te de perto,
Ver-te de longe
Ver assim ou assados
Retos ou atravessados
Atravessados pelo nada
Pelo tudo,
Pelo que há a frente
Pelo que não há
Onde não há alegria, nem tristeza
Nem riqueza, nem pobreza
Somente há o brilho dos olhos
Com olhares verdejantes
Que ainda não conheço...
Olhos verdes,
Verde mata,
Verde bandeira
Verde que te quero ver-te
Ver-te de perto,
Ver-te de longe
Ver assim ou assados
Retos ou atravessados
Atravessados pelo nada
Pelo tudo,
Pelo que há a frente
Pelo que não há
Onde não há alegria, nem tristeza
Nem riqueza, nem pobreza
Somente há o brilho dos olhos
Com olhares verdejantes
Retrato falado do verão
Dedicado a Vanessa, uma grande amiga.
Vi a tua foto,
Tua imagem nao reflete o verão
Tua imagem é o verão.
Inteiro, repleto
Todas as curva da estradas
Que nos levam ao litoral
Estão impressas em teu corpo
E a cor da tua pele é a do por do sol
Disponivel à quem está na estrada ao fim do dia
Teu sorriso claro, límpido,
É tão belo quanto e branco a arrebentação do mar
Que tem um movimento sedutor,
Que carrega o apaixonado para dentro das suas aguas,
Que só tua boca tem.
Teu dorso, teu lombo, teu quadril,
Nada mais são que as ondulações nas pedras
Formando as paisagens mais belas
Que a mente masculina pode ver desde menino
E teu peito, tu colo
É o conforto da rede
De quem aproveitou toda a praia
E reservou o melhor pro final.
Tu és a menina sol,
Hoje, no inverno de julho
Tua imagem me aquece a alma
O corpo e o coração.
Vi a tua foto,
Tua imagem nao reflete o verão
Tua imagem é o verão.
Inteiro, repleto
Todas as curva da estradas
Que nos levam ao litoral
Estão impressas em teu corpo
E a cor da tua pele é a do por do sol
Disponivel à quem está na estrada ao fim do dia
Teu sorriso claro, límpido,
É tão belo quanto e branco a arrebentação do mar
Que tem um movimento sedutor,
Que carrega o apaixonado para dentro das suas aguas,
Que só tua boca tem.
Teu dorso, teu lombo, teu quadril,
Nada mais são que as ondulações nas pedras
Formando as paisagens mais belas
Que a mente masculina pode ver desde menino
E teu peito, tu colo
É o conforto da rede
De quem aproveitou toda a praia
E reservou o melhor pro final.
Tu és a menina sol,
Hoje, no inverno de julho
Tua imagem me aquece a alma
O corpo e o coração.
domingo, 6 de julho de 2008
Bons Votos
Que o amanhã seja um dia quente...
Não na temperatura,
Mas na alma de cada um
E que este calor invada seu semblante.
E que amanhã você possa sorrir,
Pois a vida com um sorriso
Fica mais bela e fácil de ser vivida.
Que este amanhã seja um dia claro
Senão pelo brilho do sol que nos aquece
Ao menos pelo brilho que nossos amigos nos trazem
Tornando a nossa visão mais nítida
Para que assim possamos tomar as melhores decisões
Que amanhã chova muito...
Que caia uma imensidão...
Nao de água,
Mas de bons sentimentos de todos que nos amam
E para todos que amamos, incondicionalmente.
Que seja um dia inesquecível para vocês
Como vocês, meus amigos, são para mim.
Não na temperatura,
Mas na alma de cada um
E que este calor invada seu semblante.
E que amanhã você possa sorrir,
Pois a vida com um sorriso
Fica mais bela e fácil de ser vivida.
Que este amanhã seja um dia claro
Senão pelo brilho do sol que nos aquece
Ao menos pelo brilho que nossos amigos nos trazem
Tornando a nossa visão mais nítida
Para que assim possamos tomar as melhores decisões
Que amanhã chova muito...
Que caia uma imensidão...
Nao de água,
Mas de bons sentimentos de todos que nos amam
E para todos que amamos, incondicionalmente.
Que seja um dia inesquecível para vocês
Como vocês, meus amigos, são para mim.
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