Cheguei aqui neste meu espaço hoje simplesmente por chegar, sem nada pra escrever, mas querendo escrever algo de bom, que as pessoas lessem e se sentissem melhor, mais esperançosas de que as coisas acontecem por si só, desde que se tenha o mérito para isto. Daí quando queremos fazer algo assim, procuramos sempre um assunto que nos toque a alma, que nos faça pensar em algo bonito e simpático. Geralmente encontramos isto nas coisas ou pessoas que são realmente importantes para nós. Eu tenho várias pessoas que são importantes pra mim. Vários amigos, minhas duas ex-companheiras que tiveram sim sua suma importância e terão sempre pois são elas quem cuidam do meu maior tesouro, e o meu próprio tesouro que são os meus três filhos. É sempre que penso comigo o que é importante a primeira coisa que me vem em mente são meus filhos, o Marcelinho, o Renatinho e a Gabyzinha. E é na Gaby que eu queria concentrar meu texto de hoje, por um motivo muito especial, ela não tem meu sangue. E é por este fato que chegamos no assunto que tanto queremos encontrar quando decidimos falar de algo realmente belo, o Amor. A Gabryella me conheceu quando ela tinha dois anos e nove meses, era uma menininha insegura, carente (e é assim até hoje) mas extremamente inteligente e amorosa, teimosa, decidida e com uma personalidade forte que é marca da recente geração de crianças que vêm ao mundo hoje em dia. Eu entrei na vida da Gabryella como um rojão vai ao ar em noite de reveillon. Ela estava acostumada a viver com a mamãe e com o papai, daí o papai foi embora, e ficou o avô, a avó, a mamãe, e dois tios que eram umas pestes. Além de tudo isto que tinha mudado na vida dela, não demorando muito aparece um estranho na vida dela, e vem a noticia que ela vai ter um maninho, pra dividir com ela tudo o que ela tinha só pra ela. Se não é fácil pra um adulto, imagine pra uma criança de dois anos. Mas o tempo foi passando, fomos aprendendo a confiar um no outro, e em pouco tempo surgiu o primeiro PAI, que foi muito mais emocionante do que ouvir dos meus próprios filhos, pois não foi uma coisa que teria um surgimento natural e sim com uma conquista de afeto, amor e confiança, foi a recompensa pela dedicação que demos um ao outro. Nada é maior que o amor de um filho e de um pai por ele. E neste caso me sinot um privilegiado por ter o amor desta pequena, que mesmo após 5 anos a minha separação com a mamãe dela, ainda me chama de pai, vem passar os finais de semana comigo e me dá a cada dia um orgulho maior.
Isto é uma prova de que nada é maior do que o amor. E que amor, conquista-se, não se toma como empréstimo, nem como mercadoria.
Uma esperança a todos.
Isto é uma prova de que nada é maior do que o amor. E que amor, conquista-se, não se toma como empréstimo, nem como mercadoria.
Uma esperança a todos.
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