domingo, 14 de dezembro de 2008

Escrita

Caneta, lápis, giz
Cada coisa em seu lugar
No quadro o giz desliza
Me ensinando a rabiscar

No caderno onde calculo
O lápis fica a riscar
Calculando o certo e o errado
Que, se errado, posso apagar

Ja a caneta imponente
Impõe a eternidade
Às letras eminentes
Que resistem a idade

Caneta, lapis, giz
Cada coisa em seu lugar
Cada ítem tem seu uso
Não se pode reclamar

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