terça-feira, 17 de maio de 2011

Cidade Maldiamada

No vai e vem cotidiano
Minha cidade mostra seu rosto
Uma face urbana pra uns
Uma face humana pra outros

Um vento entre-prédios soprando
constante, gelando as almas
Pessoas que seguem andando
E outras que vivem às calmas

Urbano, Humano, Tirano
O caos do barulho me dana
Dos carros que andam nas ruas
Dos homens de vida profana

Sem ela, nao vivo, pereço
Cidade me causa estresse
Aqui nasci, e ando contente
Te amo minha Porto Alegre

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