terça-feira, 3 de março de 2009

Sim, sou eu.

E, eis que sou ele.
Aquele, que por muitos é procurado
Por tantos motivos e razões
Sou eu, me atrevo a dizer.

Consigo, com meu egocentrismo
Pensar que sou invencível,
Intocável, irrevogável.

Mas, se estou errado, diga-me:
Conheces alguém tão bom ou tão mau?
Conheces alguém que, com tanta facilidade
Arranca um sorriso após uma agressão?

Consigo ser aquele que é odiado e amado.
Ninguém me fala tão mal, que não venha um bem depois
E ninguém consegue renascer tantas vezes.

Sim, sou eu.
Eu sou a espada entregue em tua mão para que me mates,
Sou o escudo que usas para me defender de ti mesmo.
Sou indestrutível, como poucos, numa guerra que todos travam
De si, consigo mesmo.

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